Lá se vai minha mente inquietante

Xinga, grita, balbucia, discursa

Sem uma só palavra, disertante

Percorrendo o mundo da Letra avulsa

 

Deixa claro sua falência estilística

No fluir dessa literatura disletrada

Solitária a carência artística

No dizer fiel d’alma castrada

 

Percorre labirintos infinitos de ‘dejà vu’

E explode em impotência para se exprimir

O vazio da fonte inesgotável de vozes

Que emanam estridentes

                        Na mudez dos canais silentes a ferir

 

 

 

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